
Na verdade, cada ponte que fazemos, é uma afirmação na vida, uma certeza que construimos para uma vida mais completa. Com tantas obras não devemos, no entanto, descurar a maior de todas as pontes, a que nos liga ao nosso Eu.
Quanto às muralhas, são os reflexos das nossas dores mais íntimas e a melhor cura para a dor é, sem dúvida, o amor e a compreensão.
Muito queremos estar centrados e exclusivos de nós próprios mas, o universo não é feito de uma só pessoa por isso nos preenchemos também com os outros. Resta criar, com pontes sólidas, o que para nós seja bom.